Eis o último e derradeiro post da trilogia Google Plus que me propus a fazer (e cumpri, apesar da demora). Como tudo na vida a nova rede social do Google tem desvantagens ou coisas com as quais não nos acostumamos (ainda). Vamos ao esquema subtítulos que a moça aqui fala para caraca.
Nome
Tudo bem, o Google é uma empresa americana e lá eles realmente usam a ideia de "You are my plus one" algo como "Somos amigos", "Você está comigo" e etc. Mas eu tenho sérias dúvidas se esse conceito é amplamente traduzível. Até existe a cultura online de repetir um comentário e colocar um (2) ou (3) e etc o que é um pouco +1, mas não sei até que ponto isso pode alcançar o "curtir".
O botãozinho do facebook venceu as barreiras da sociabilidade virtual e ganhou o mundo de verdade. Quando um amigo diz algo engraçado, ou veste uma roupa que você gosta, a palavra "curti" acompanhada do polegarzinho para cima é usada. Não é que seja impossível que o termo "mais um!" seja usado quando alguém fale algo que se concorde. Nós já falamos no bar "mais um" quando um amigo pede um chope... Mas não sei se é tão forte e tão versátil quanto o "curti".
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Google + > Vantagens
Como eu prometi, mais um post sobre a nova rede social e grande aposta do Google. Hoje vou falar das vantagens e alguns usos interessantes que os recursos do Plus podem nos proporcionar.
Vamos ao esquema subtítulos, porque listinhas ficou muito enorme.
Logo ali
Se não me engano, o Gmail é o e-mail mais usado do planeta. E o fato de no header do seu e-mail a primeira opção ser o +Você e ainda indicar quantas notificações ainda não foram vistas é uma das grandes vantagens que o Google + tem sobre as outras redes. Checar o e-mail é, geralmente, a primeira coisa que as pessoas fazem quando ficam online. Equivale ao ato de checar a caixinha de correio quando se chega em casa a noite.
Vamos ao esquema subtítulos, porque listinhas ficou muito enorme.
Logo ali
Se não me engano, o Gmail é o e-mail mais usado do planeta. E o fato de no header do seu e-mail a primeira opção ser o +Você e ainda indicar quantas notificações ainda não foram vistas é uma das grandes vantagens que o Google + tem sobre as outras redes. Checar o e-mail é, geralmente, a primeira coisa que as pessoas fazem quando ficam online. Equivale ao ato de checar a caixinha de correio quando se chega em casa a noite.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
"Eu não entendo o Google +"
Mesmo que as mídias sociais existam efetivamente na vida das pessoas há menos de 10 anos, um hábito que já se tornou comum e até mesmo padrão quando se trata de novos lançamentos. É o famoso "Para que serve isso aqui?"
Eu sou capaz de apostar minha sobremesa de um mês inteiro que a primeira coisa que 98% das pessoas fizeram ao aceitar o convite do Orkut foi abrir, não entender nada e deixar o perfil largado por um tempo.
A You Pix fez um post há pouco tempo com os primeiros tweets de brasileiros e famosos e o que mais se tuitava era "Para que serve isso?", "Não entendi como funciona". Lembre do seu primeiro tweet e os primeiros tweets de amigos. Eram perguntas ou frases de desdém como "Não entendi o propósito disto aqui". Chega a ser irônico: as pessoas usavam perguntando como se usava.
Como no Brasil "aprendemos" a ser digitalmente sociais com o Orkut, tivemos uma reação parecida quando nossos amigos bacaninhas que faziam amigos no exterior começaram a migrar para o facebook. "Não entendi esse mural", "É muito poluído", "Para que serve isso se eu tenho Orkut?", "Qual o sentido de Farmville?".
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Parabéns online
Em primeiro lugar: e aí leitores? Curtiram bem suas férias? Nós curtimos as nossas e agora estamos de volta com nossos posts ;)
(Esta postagem é baseada em opiniões e experiências pessoais, nenhuma pesquisa será citada)
Semana passada foi meu aniversário e resolvi fazer a seguinte contagem: comparar a reação da data nas diferentes redes sociais.
As redes comparadas foram orkut, facebook e twitter. Recebi 39 recados pelo facebook, 31 pelo orkut e apenas 6 pelo twitter.

A pequena expressão do twitter não me assusta. Além do propósito da ferramenta não ser exatamente dar recados, é a única rede que não avisa aos usuários datas de aniversário. Então só deseja parabéns por lá pessoas que realmente sabem da data, que tem amigos em comum te dando parabéns pelo twitter ou ainda se você posta avisando que é seu aniversário.
O que me surpreendeu foi a proximidade entre orkut e facebook. Tá mais que na hora de parar com o preconceito de considerar o orkut uma ferramenta morta, mas é impossível não perceber que cada rede teve suas especificidades.
No orkut recebi felicitações de pessoas menos próximas e de pessoa mais velhas, como amigas da minha mãe. O interessante nisso é que se são pessoas com quem eu não tenho nenhuma relação muito real no dia a dia, fica claro que a muitos me felicitaram por ver o aviso no orkut, elas não acessaram a rede com este propósito. Logo, o acesso diário ao orkut ainda é um comportamento padrão.

Percebi até casos de pessoas que me tem em suas duas redes, mas me felicitaram pelo orkut! Vale lembrar que o facebook só lembra os aniversários que estão chegando se você instala o aplicativo e enquanto o face mostra apenas um link no canto que pode passar despercebido o orkut tem um setor com fotos e datas que já avisam com 15 dias de antecedência.
O grande campeão Facebook reuniu meus amigos mais próximos e que conheci mais recentemente, com algumas poucas exceções. As felicitações foram feitas através do meu mural, ou com atualizações com meu nome marcado.
Poucos foram os recados que se estenderam, às vezes tenho a sensação que o aplicativo que permite que seus tweets sejam atualizados no facebook criam a noção inconsciente que os recados no facebook também devem se limitar aos 140 caracteres.
Volto a afirmar que minha principal surpresa foi o número elevado de recados recebido pelo meu orkut de pessoas que fogem de estereótipos muito feios usados por aqueles que querem criar uma separação social na internet.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Como mensurar a força de um tweet?
Muitas pessoas não gostam de pesquisas que medem influência no twitter, acham que é uma ibopetização de uma ferramenta que funciona de uma maneira muito própria. Mas, verdade seja dita, para trabalhar com uma mídia devemos encontrar uma maneira de mensurá-la.
Como podemos medir a influência dos outros 71% de tweets? Custo a acreditar que todo tweet interessante gere automaticamente um reply ou um RT. Aliás, senti falta de uma mensuração de links clicados e tweets favoritados, mas, mesmo assim, não acredito que a influência possa ser contabilizada apenas por essas reações.

E existe o 5º tipo de tuitada, aquela que não gera nenhuma reação por ferramentas, mas pode muito bem gerar reações nas pessoas. Falo agora baseada na minha experiência pessoal de leitura e de conversa entre amigos. Eu leio 95% dos meus tweets. Rio de alguns, concordo com outros, mas não chego a "oficializar" 1/3 das minhas reações usando alguma das 4 ferramentas citadas. Em conversas fora da rede escuto frases como "Você leu a twittada de fulano?" e me pego contando para minha mãe, uma excluída digital por opção, que "eu li uma coisa na internet muito interessante" e digo uma tuitada que sequer rendeu um RT.
Um método de pesquisa aplicado a jornais e portais de notícias online que me cativou foi o Poynter eyetracking. A pesquisa é baseada em óculos especiais que um determinado grupo de pessoas usa para ler jornais e sites. O óculos mapeia o caminho que os olhos fazem pelas notícias. Torço para que na próxima pesquisa o twitter ainda seja uma ferramenta importante - porque nunca se sabe, né - e que ele seja incluído no eyetracking. Acho que seria a melhor maneira de pensarmos o que fazer com 71% das nossas tuitadas.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Dona Flor e seus dois maridos
Primeiro veja o vídeo. Trata-se de uma encenação da disputa entre Facebook e Orkut pelo usuário de redes sociais.
"Homem é tudo igual", minha mãe falaria. Mudam a forma de galanteio, mas no fundo oferecem as mesmas coisas. "Homem é que nem biscoito: vai um, vem dezoito", completaria minha tia. As redes sociais não param, tem sempre uma nova surgindo. E minha prima diria que, no final eles acabam se unindo numa mesa de bar. Aí você acessa esse link aqui e não tem mais dúvida nenhuma.
"Homem é tudo igual", minha mãe falaria. Mudam a forma de galanteio, mas no fundo oferecem as mesmas coisas. "Homem é que nem biscoito: vai um, vem dezoito", completaria minha tia. As redes sociais não param, tem sempre uma nova surgindo. E minha prima diria que, no final eles acabam se unindo numa mesa de bar. Aí você acessa esse link aqui e não tem mais dúvida nenhuma.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Por que falar de mídias sociais?
Em meio a dezenas de matérias afirmando que todos aqueles que amam twitter são analistas de mídias sociais instantâneos, me preocupo.
Sempre achei o discurso "amar não basta" muito radical, porque se pararmos para pensar em quem começou a usar alguma paixão como profissão foram os precursores de certas funções. Mídias sociais não é diferente.
Acho uma prepotência sem tamanho alguém se auto coroar especialista de algo que surgiu há 5, 6 anos e não para de sofrer mudanças. Só que também achar que só por usar como entretenimento uma ferramenta já é entender seu uso profissional é uma #putafaltadesacanagem com quem se propõe a estudar e entender as relações comunicacionais da sociedade.
Por mais que Gilmar Mendes acredite que o Copacabana Palace contrataria um Chef sem instrução nenhuma ou O Globo um secundarista como chefe de reportagem, eu ainda acredito que estudar e analisar o trabalho que feito é um caminho para aperfeiçoar qualquer profissão ou ciência.
Conversando com Elmer me dei conta que nós fazemos o que as reportagens dizem que todos podem fazer. Nós pesquisamos, inventamos e testamos. Por que não dividir nossas experiências?
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