Sempre achei o discurso "amar não basta" muito radical, porque se pararmos para pensar em quem começou a usar alguma paixão como profissão foram os precursores de certas funções. Mídias sociais não é diferente.
Acho uma prepotência sem tamanho alguém se auto coroar especialista de algo que surgiu há 5, 6 anos e não para de sofrer mudanças. Só que também achar que só por usar como entretenimento uma ferramenta já é entender seu uso profissional é uma #putafaltadesacanagem com quem se propõe a estudar e entender as relações comunicacionais da sociedade.
Por mais que Gilmar Mendes acredite que o Copacabana Palace contrataria um Chef sem instrução nenhuma ou O Globo um secundarista como chefe de reportagem, eu ainda acredito que estudar e analisar o trabalho que feito é um caminho para aperfeiçoar qualquer profissão ou ciência.
Conversando com Elmer me dei conta que nós fazemos o que as reportagens dizem que todos podem fazer. Nós pesquisamos, inventamos e testamos. Por que não dividir nossas experiências?
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